Camarilha dos Quatro

Revista de crítica musical.

Faust – C’est com… com… compliqué (2009; Bureau B, Alemanha)

faustcestcomcomcomplique

Faust é um dos mais renomados e importantes grupos alemães dos anos 70, formado inicialmente pelos músicos Werner “Zappi” Diermaier, Hans Joachim Irmler, Arnulf Meifert, Jean-Hervé Péron, Rudolf Sosna e Gunter Wüsthoff, além do produtor Uwe Nettelbeck. Junto com grupos como Neu!, Can, Kraftwerk, Ash Ra Tempel, e Amon Düül II, entre outros, o grupo recebeu a designação de krautrock, para definir uma cena musical variada mas que tinha em comum o desejo de expandir o vocabulário do rock fora das formas mais comuns do progressivo. Seus quatro discos clássicos aparecem na primeira metade dos anos 70: Faust (1971), So Far (1972), The Faust Tapes (1973) e Faust IV (1974), incorporando em seu som uma colagem anárquica e a experimentação formal. O grupo se dissolveu em 1975, e até meados dos anos 90 fez apenas algumas aparições e turnês, com lançamentos de discos ao vivo e coletâneas de material inédito. Em 1995 o Faust voltou com Rien e teve várias formações, centradas nas figuras de Diermaier, Irmler e Péron. Entre os discos mais significativos do grupo desde então estão You Know FaUSt (1996), Faust Wakes Nosferatu (1998), Ravvivando (1999), Derbe Respect, Alder (2004, colaboração com Dälek), Outside the Dream Syndicate (2005, colaboração com Tony Conrad) e disconnected (2007, disco montado pelo Nurse With Wound a partir de sessões do Faust). C’est com… com… compliqué, lançado no começo de 2009, é um disco com as sessões originais de disconnected, gravadas em 2006, com Diermaier, Péron e o guitarrista/vocalista Amaury Cambuzat, do grupo Ulan Bator. (RG)

* # *

Inicialmente a reação é de espanto. Primeiro porque C’est com… com… compliqué não parece quase nada com disconnected; segundo porque é feito de takes climáticos, longos e persistentes no mesmo andamento e arranjo; e terceiro porque, não parecendo muito com aquilo que nos habituamos a esperar do Faust (não que seja muito, dada a versatilidade do grupo), é imensamente coerente com a carreira e o som do grupo. O Faust é um monumento à música, um desses grupos inescapáveis a qualquer ouvinte que se interesse por rock e/ou música criativa, e disco novo deles é automaticamente uma necessidade para a Camarilha. Dito isso, convém dizer que em seu disco novo, o Faust busca uma sonoridade que tem muito mais a ver com alguns grupos de hoje – evidentemente influenciados pelo Faust dos anos 70 – do que com a irreverência dos primeiros anos. Existe uma imponência na marcação dos tempos lentos que pode lembrar um Melvins, uma intriga de instrumentos para formar um mantra que pode evocar Acid Mothers Temple (as menos esporrentas deles, ao menos), uma pressão na execução dos instrumentos que sugere Wire, Boredoms, ou Oneida. É no mínimo curioso: um disco novo do Faust nos permite ver claramente uma linhagem e como certas preocupações de outrora ganharam novas roupagens e soluções.

“Kundalini Tremolos” começa o disco com um tremolo de guitarra que, ganhando guizos e sinos, se transforma numa dessas experiências de imersão que inevitavelmente remetem à faixa “Krautrock”, que abre o Faust IV. Aos poucos, entra uma respiração ofegante e uma pecussão marcando tribalmente a faixa: aos poucos, os padrões se repetem criando um tecido intrincado e cheio de detalhes. Mas é a faixa seguinte, “Accroché à tes lèvres”, que dará o modelo mais comum do disco: arranjos econômicos e espaçosos, andamento lento, percussão bastante ríspida, guitarra idem, baixo sumário e forte, e um tipo de vocalização imponente, dramatizada (às vezes em tom meio irônico). O drone de órgão e a marcação da cozinha fazem lembrar mesmo uma missa pagã. “Ce chemin est le bon” mantém o clima lento e soturno, “Stimmen” ironiza os vocais de mantra, “Petits sons appétissants” é uma faixa doce guiada por violão (o título traduz-se por “pequenos sons apetitosos”) num dos momentos mais calmos e melodiosos do disco (a outra é “Lass Mich, Version Originale”). Mas é com “Bonjour Gioacchino” que o disco começa a pegar fogo, com um rockão instrumental firme e hierático. “En veux-tu des effets, en voilà”, com sua estrutura de composição mais aberta, permite a Diermaier utilizar sua bateria de forma mais criativa, sempre pontuando os tempos fortes com força, mas criando recortes soberbos nas constantes viradas (atenção ao prato de ataque com um eco enorme). E o Faust deixou o melhor pro final: “C’est com… com… compliqué”, cheio de sons incidentais, colagens de voz, bateria eletrônica e diversos andamentos, é a faixa de espectro sonoro mais amplo, e a progressão mais insana. Novamente é Diermaier que se destaca, com intervenções inacreditáveis (as explosões de agogô aos 4min) e um controle absoluto de timbres e viradas evocativas.

É claro que o disco não faz a mesma sensação dos lançamentos da fase original do grupo, e tampouco a música criada é tão excêntrica e singular quanto era na primeira metade dos anos 70 em comparação com os grupos que surgiam ou que já estavam instituídos. C’est com… com… compliqué, ao contrário, parece pertencer bem à sua época. O que pode ser até algo esquisito de se dizer do Faust, mas que evidentemente não pode ser usado contra eles: eles estão dando continuidade a suas pesquisas, e não é culpa deles se uma série de grupos também achou por bem que o tipo de pesquisa era válido e excitante de realizar. Tomado pelo que é (e não pelo que poderia ser dado o pioneirismo do grupo nos anos 70), C’est com… com… compliqué é uma beleza de disco, e a cada audição parece tornar-se mais delicioso e minuciosamente trabalhado. Invertendo o que falou uma vez John Peel (a propósito do The Fall), Faust: sempre diferente, sempre igual (na qualidade, bem entendido). (Ruy Gardnier)

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Ó, fenômeno cultural-natural que se expressa na longevidade: tu és a certeza de que nem deus, nem pátria constituem o grande motor da vida, mas o gesto, o grito e o passo. E que me perdoe o poeta, mas eu acrescentaria: a persistência, a determinação, que dá ao gesto, ao grito e ao passo sua consistência, sua certeza, sua afirmação. Uma convicção flexível, mas firme, que funda e opera dentro de uma lógica tão própria e intrínseca que chega a não fazer sentido para algumas pessoas. O Faust é um destes fenômenos incontornáveis por sua importância enquanto fonte de experiências musicais pioneiras; e inimagináveis, pois, pasmem, são duas bandas. Em C’est com… com… compliqué, o Faust em questão é o com o franco-germânico Jean-Hervé Peron e seu parceiro Werner ‘Zappi’ Diermaier, não o de Hans Joachim Irmler, cujo último álbum, Otherness, saiu em 2007.

É bem verdade que cada disco do Faust traz uma “viagem”, um conceito, uma proposta diferente. É muito difícil identificar uma sonoridade patente, muito embora se possa depreender um “espírito” comum ao grupo, composto por irreverência e experimentação. Com C’est com… com… compliqué não é diferente. E qual Faust que temos aqui? Em primeiro lugar, convém lembrar a procedência deste álbum. Ele foi composto a partir do último álbum, Disconnected, composto em parceria com o Nurse with Wound, ao passo que temos aqui a primeira grande surpresa: C’est com… com… compliqué pouco ou nada tem em comum com a empreitada onírica de Disconnected. Ao contrário, soa mais como um apanágio do pós-punk, um álbum que contém tudo de melhor que esse sub-gênero nos trouxe (síntese do punk com outros ritmos e instrumentações, exploração diferenciada das composições e dos arranjos), mas com a perceptível inclusão de elementos próprios, não exatamente do krautrock, mas de uma certa ironia que o permeou, sobretudo no trabalho do Faust. Ironia que se percebe não somente na entonação alucinada dos vocais, mas também no trastejamento das cordas do contrabaixo e nas viradas tecnicamente falhas da bateria. A faixa que me parece mais exemplar nesse sentido é o pseudo-rock “Bonjour Gioacchino”, com sua coda apoteótica. Em segundo lugar, seguindo uma trajetória semelhante a do Portishead com sua obra-prima Third, na qual o grupo tratou de reduzir ao máximo os excessos, criando texturas secas e valorizando as canções, C’est com… com… compliqué também aposta em modelo enxuto, também ligado à canção, mas de uma forma mais ríspida. As percussões soam sempre como verdadeiros ataques, ora servindo como elemento surpresa, como em “En Veux-Tu Des Effets, En Voilà”, ora tensionando a faixa como em “Ce Chemin Est Le Bon”. Repara-se a mesma rispidez na instrumentação nas duas primeiras faixas, “Kundalini tremolos” e “Accroché à Tes Lèvres”, ambas relativamente “novas” dentro do repertório do grupo.

Em suma, podemos perceber um vigor rocker que poderá afastar os fãs antigos, ávidos pelas sutis reviravoltas e colagens que marcaram os primeiros álbuns do grupo. Mas o que esses fãs deveriam compreender é que o Faust, por sua trajetória, não precisa repetir as mesmas idéias musicais, não precisa nem mesmo radicalizar essas idéias, como se estivessem querendo repisar velhas tradições. Mesmo na faixa título, que encerra magnificamente o álbum, em que há algo do primeiro Faust, percebe-se a honorável tentativa do grupo de exceder seu papel histórico. Busca essa perfeitamente afinada com o que se ouve em C’est com… com… compliqué. (Bernardo Oliveira)

* # *

Comparar o novo álbum do Faust com seu material pregresso é, no mínimo, uma atitude covarde em relação à banda, que, hoje, está fragmentada em duas, sendo que esta, a única ainda a lançar músicas novas, conta apenas com o baterista Zappi W. Diermaier e o guitarrista Jean-Hervé Perón. Não vem ao caso fazer a analogia não somente pelo fato de o Faust da década de 70 ser uma das melhores e mais importantes bandas de rock de todos os tempos (a prova de que os quatro primeiros LP’s são obras-primas é que, entre os fãs e admiradores, a preferência por cada um costuma variar), mas porque, se analisarmos de perto, a proposta aqui é um pouco diferente.

Para começar, não há a pretensão em Ce’st com… com… compliqué de transgredir a linguagem do rock, incorporando definitivamente as experimentações da vanguarda alemã do pós-guerra na sua sonoridade. Os contextos e manifestos são diferentes. Ainda no final da década de 60, o Faust surgiu de uma geração de jovens alemães que fez renascer a produção cultural do país, tão abalada quanto a própria política e a estrutura sócio-organizacional do local. Neste momento, graças ao pioneirismo corajoso e radical de Karlheinz Stockhausen, os músicos germânicos, também influenciados pelo rock inglês e o movimento hippie americano, encontraram a chance perfeita de retomar a criação experimental da Alemanha, que foi interrompida bruscamente pelo movimento nazista.

Dos principais grupos remanescentes do chamado krautrock, Faust, Kraftwerk e Cluster são os únicos na ativa. Porém, somente o Faust continua a gravar material inédito em estúdio. Aí vem a pergunta: uma produção relevante ou uma banda que nunca deveria ter voltado? Talvez esta não seja a pergunta certa e sim: como contextualizar o Faust no rock moderno? Ainda há espaço para eles? Espaço há de sobra, até porque se considerarmos o nível de qualidade musical e transgressora que a geração atual nos oferece, este último disco do alemães se sobressai. É verdade que o rock também evoluiu e na seara experimental há nomes que fazem jus ao caráter destrutivo e revolucionário do gênero como Wolf Eyes, NNCK, Keiji Haino, NWW, Sonic Youth, Matthew Bower, Liars, etc, mas o Faust não fica tão atrás do frescor sonoro oferecido por esses conjuntos/artistas. Basta ouvir o feedback de guitarras da primeira faixa, “Kundalini Tremolos” e sua percussão pulsante para comprovarmos que não estamos lidando com uma banda qualquer, de experimentalismo incipiente. A hipnotizante e climática “Accroché à tes lèvres” corrobora esta impressão, com uma firmeza na base instrumental que só músicos de calibre poderiam sustentar.

O Faust não perdeu sua veia trocista e se tem algum elemento que os impede de caírem na armadilha do clichê de si mesmo – mesma estratégia adotada por Mark E. Smith -, é esse caráter burlesco e provocativo que a banda sempre cultivou. A exemplo dos vocais, sempre falados e zombeteiros, o que percebemos é um desleixo total em relação aos modos prudentes e sérios de se fazer rock – nesse ponto, eles sempre foram os mesmos. Faixas como “Stimmen”, cheia de vozes esquisitas e grunhidos estendidos ao ridículo e “Petits son appétissants”, uma brincadeira com o formato tradicional da chanson française, deixam clara esta intenção. Faixas modorrentas e excessivas como “En veux-tu des effets, en voilà” nos lembram que o Faust não é mais o mesmo de trinta e cinco anos atrás, quando não havia sequer um deslize nos seus discos e a verborragia nunca atingia esse nível de chatice. Contudo, há a faixa-título e derradeira, uma improvisação livre de todos os estilos já abraçados pela banda: krautrock, free jazz e musique concrète. Nessa hora, eles chegam perto do rock tresloucado e sem amarras estéticas que os fizeram conhecidos mundialmente. Mas vale lembrar que estamos lidando com outro Faust, um menos complicado, menos transgressor e revolucionário, mas sempre relevante e delicioso aos ouvidos. (Thiago Filardi)

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8 comentários em “Faust – C’est com… com… compliqué (2009; Bureau B, Alemanha)

  1. Alfredo
    3 de abril de 2009

    Cês tão tudo doido, nón é possíverrrr….

    Vejamos… eis minha opinião:

    Well, well, well… é um serviço sujo, mas alguém precisa fazê-lo… destarte, ‘vamulá’: este ‘novo’ (sim, pois sequer chega a ser realmente novo, como os senhores verão a seguir) disco do Faust é um ciclópico C-A-G-A-L-H-Ã-O, ponto. À partida tentei enganar a mim mesmo, e no primeiro juízo que fiz a propósito álbum,, disse tratar-se “d’um disco cuja avaliação pode ser definida como de ‘regular’ para ‘ruim’”… mas não, não é não, o estupor é uma BOSTA mesmo, e este vosso escriba, veterano devoto das lides faustianas, não poderia, até mesmo em respeito ao passado de glórias da banda, negar tamanha obviedade. Enfim… procedamos d’uma vez por todas à autópsia do cadáver em tela, para que o quanto antes possamos dar cabo de tão lôbrega tarefa.

    Em primeiro lugar, a capa… bah, lamentavelmente não domino a feroz retórica necessária para vituperar todo o insondável horror metafísico-’pederástico’ que esta amaldiçoada capa engendra; basta assinalar, creio eu, que porventura nunca se viu antes, em toda a milenar história da arte ocidental, imagem tão inequivocamente evocativa da hedionda arte de ’socializar o brioco’…

    Isto posto, é mister assinalar, consoante asseverei acima, que C’est… Com… Com…. Compliqué sequer pode ser descrito como um disco ‘novo’. A esse respeito, eis o que a banda nos informa eu seu website:

    “A remix of the material that was originally mixed by Nurse With Wound and released as Disconnected”

    Hmm… pelo que à época li a respeito, rolou uma treta feia entre Steven Stapleton (NWW) e Zappi Diermaier (Faust), com o primeiro tendo acusado o segundo de lançar o disco sem sua autorização; há de ser essa, portanto, a razão para esse escabroso ‘remix‘… (será que é mesmo? Tendo em vista a mimosa capa do estrupício, julgo que qualquer um teria pleno direito a pensar que tem ‘cu no meio’ desse furdunço todo…)

    Mas sigamos em frente com estas lúgubres exéquias. E de modo a facilitar o sepultamento, doravante passarei a cotejar o que antes escrevi com o que agora direi:

    “Aliás, o Faust já ‘deu o que tinha que dar’, e não é de hoje… os álbuns de estúdio da década de 90 (Rien, you know faUSt, Ravivvando,etc.) são todos de bom nível, mas de forma alguma essenciais (exceção feita, se calhar, ao Ravivvando); depois a banda começou a lançar um série de DVD’s ao vivo, compilações (dentre essas uma até interessante: Patchworks) e discos de remixes, e aí surgiu Disconnected, que sinceramente é bem fraquinho.”

    Oh, como outrora foste bondoso e compassivo, torpe Alfredo! Disconnected não é ‘bem fraquinho’ não… é uma porcaria, um traste, um acinte ao legado faustiano, cáspite!

    “Cá estou a escutar o álbum… bem, a meu ver a remixagem não operou milagres não… infelizmente o álbum continua inconsistente, frouxo, pouco inspirado, enfim, sem a centelha de subversão sonora e poética que caracterizava o Faust em sua fase áurea. Há inclusive coisas que chegam a ser constrangedoras, como os medíocres exercícios de psych folk Petits Sons Appetissants, Accroché à Tes Lèvres e Ce Chemin Est Le Bon, bem como a patética pseudo-raga Stimmen.”

    Ah, operou milagres sim, seria uma flagrante injustiça negá-lo… operou, com efeito, o que se poderia chamar de ‘milagre-de-Midas-ao-contrário’: transformou MERDA em CAGALHÃO!!! Outra coisa: quem dera o disco fosse apenas “inconsistente, frouxo, pouco inspirado”, bem como as faixas mencionadas tão somente “medíocres”, QUEM DERA! Fosse assim, eu neste momento estaria subindo de joelhos os 382 degraus da escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Penha, ébrio de tanto júbilo e louvor pelo Pai Eterno!

    “As únicas faixas realmente dignas de nota são Bonjour Gioacchino, que recria o minimalismo motörik-velvetiano de So Far através das ambiências industrialistas de Ravivvando (…)”

    Taí, Bonjour Gioacchino é boa mess, muito boa até; estivesse por acaso inserida num álbum fraco, de repente até ’salvaria a pátria’ do dito cujo… mas em se tratando de
    C’est… Com… Com…. Compliqué, nem o Segundo Advento resolveria!

    “(…) e (parcialmente) a faixa título, onde n’algumas passagens percebem-se lampejos do dada rock de Clear Album e Faust Tapes. Mesmo assim, é mister ressaltar que ambas não acrescentam nada de inovador ao legado d’uma banda cuja tônica sempre foi a invenção ilimitada.”

    Bem… como diria mastáh Quércia ( http://www.youtube.com/watch?v=0Rif7tEk4i4 ):
    “É MENTIRA! É MENTIIIRÁÁ!!! SAFADO!!! CANALHA!!! MENTIROSO E CALUNIADOR!!! CALUNIADOR E MENTIROSO!!!” Pois é… uma vez mais este vosso confrade acabou por pateticamente dourar a pílula, ‘síndrome-de-avestruz full mode ON’, mas a verdade nua e crua é a seguinte, macacada: essa tranqueira não evoca nem EXU DE CARTOLA, quanto mais a transcendente arcana diabolica das galáxias transpsicodélicas do mitológico Faust de priscas eras, ora porra!

    “É… tá compliqué mesmo pro Faust, no pior sentido do termo…”

    Só compliqué?!? Tá é completa e quiçá irremediavelmente ‘SIFUDÊ-CABOCETUDÊ’, caralho!

    Arre, CHEGA! Paro por aqui, antes que eu tenha uma trombose!!!

  2. Alfredo
    3 de abril de 2009

    Putz, acabou saindo duas vezes, me desculpem haha…

  3. gabriel
    6 de abril de 2009

    esse alfredo é um idiota mesmo, baita mangolão

  4. gabriel
    6 de abril de 2009

    ^
    esse é o público de vocês?! putz…

  5. corazondiablo
    6 de abril de 2009

    nosso público é formado por todos que quiserem…
    De qualquer forma, é ótimo receber comentários, e quanto mais ideias e opiniões distintas eles carregarem, melhor.

  6. Alfredo
    6 de abril de 2009

    Faça o seguinte, Gabriel: compre toda a tiragem disponível de “C’est com… com… compliqué”, e livre a Terra dessa porqueira.

    Cordialmente,
    ARRS

  7. bernardo
    7 de abril de 2009

    c’est com… com… compliqué!

  8. m.
    7 de abril de 2009

    o texto do alfredo só faria sentido se ele fosse um personagem de ficção.

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Publicado às 31 de março de 2009 por em rock, vanguarda e marcado , .
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